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segunda-feira, 25 de maio de 2009

POETA DOS CASTELOS NOS ARES



CASTELOS PELOS ARES


Já escrevi sobre os “Castelos de Areia” que as crianças constroem na praia. Pois estava procurando assunto para escrever quando recebi um email de minha irmã que mora em Campinas enviando uma frase dum livro que está lendo que a fez se lembrar de mim. A frase diz : “O poeta constrói castelos pelos ares, o louco mora neles, e as pessoas da vida real, cobram aluguel”.

Fiquei num primeiro momento muito feliz pela minha irmã Rosangela, que todos conhecem como Neca ter se lembrado de mim lendo esta frase e nas entrelinhas do email que enviou me comparado a um poeta. Certamente por ler as coisas que escrevo.

Momento seguinte o espanto. Poeta eu? Já tentei explicar que uma das maneiras que estou escrevendo é tentar dizer mais com menos palavras. Relendo alguns dos meus escritos vejo a poesia que tento colocar no que escrevo, mesmo em prosa.

Já confessei diversas vezes que me considero um otimista, um romântico incorrigível e que para mim todas as pessoas são boas até prova em contrário. Às vezes sinto que querem “bater” em mim por declarar tal coisa.

Estou numa fase da minha vida que sinto um impulso quase incontrolável de colocar em palavras as idéias e pensamentos que se atropelam em minha mente. Receber o email da minha irmã, ler a frase e começar a escrever este texto aconteceu quase que simultaneamente.

Logo fui pesquisar imagens na Internet para ilustrar o texto e vejam a coincidência. Um pequeno “castelo de areia”, (comecei este texto falando sobre isto) que alguém, provavelmente com ajuda de um programa de computador, colocou em imagem e que retrabalhei também no computador.

Nada na vida é por acaso. Tudo está interligado. Nós humanos, somos “mundos” que se relacionam entre si e com outros “mundos”. Aqui acredito já é o “o menino sonhador” que sou que está escrevendo e que carinhosamente está sendo chamado de poeta. Obrigado gente.

Sou um construtor de “castelos de areia........agora nos ares”.
RICARDO garopaba BLAUTH

6 comentários:

Dona Sra. Urtigão disse...

E seu otimismo é contagiante, pois de alguma forma faz voar tambem pelos ares a cinza que sobra das minhas fogueiras onde queimo ou tento, as tristezas. Agradecida
PS: e o seu blog onde somos obrigados a permanecer mudos, tambem tem trazido viagens interessantes
Abraço!

RICARDO BLAUTH disse...

Alo DONA SRA URTIGÃO

Pessoas como és
Fazem a vida ser vista
Por outro ângulo

Que otimismo contagie
Sempre.....

Tristezas são nuvens
Que insistem
Em cobrir o sol.....
INUTILMENTE

Ele está sempre lá
Esperando que nuvens se afastem
Sopradas por sonhadores!

abrs


RICARDOgaropabaBLAUTH

Sueli disse...

Meu amigo, tenho andado meio dodói, por esta razão, um tanto sumida. Mas, hoje estou me sentindo melhor (nada que a linguagem do corpo não explique muito bem...rs). Mas, vamos lá, quero dizer-te que em tudo que dizes e em tudo que escreves, há uma sensibilidade ímpar. Gostei do que disseste a respeito dos castelos da areia. Eu somente acrescentaria que devemos ter cuidado ao escolher o lugar onde construiremos nossos castelos. Se somos românticos, é natural que escolhamos na areia. Não haverá problema se já tivermos aprendido a lição da reconstrução, do renascimento, pois devemos saber que as águas do mar virão roubá-lo de nós. Tudo bem se soubermos dar valor à areia que existe em infinita quantidade e que pode nos proporcionar a construção de inúmeros castelos e cada vez mais bonitos, devido à experiência adquirida. Beijo grande!

ricardo blauth disse...

Alo AMIGA SUELI

Ausência sentida e desculpada.
Que o dodói esteja melhor

“Castelos de Areia” é uma metáfora claro, pois é o meu corpo adulto que carrega a criança interior, esta sim cada vez mais VIVA.

Todas as reconstruções e renascimentos são cheias de “poeira e entulhos” naturais do processo. No final dos trabalhos o “mar” limpará o que for reconstruído, em palavras, textos, viagens, obras e “novos castelos” (mesmo nos ares) baseado nas experiências acumuladas.

Obrigado pelo comentário

Bjs

Alessandra disse...

Ahhh Ricardo, como você pode dizer que não é um poeta? Você éeeeeeeeeeeeeee, e eu sei muito bem disso!!!
E você não é um construtor de castelos de areia, os seus são de concreto, pois os de areia se desfazem com a primeira onda, mesmo que não seja de 7 pés rsrsr
E os seus textos permanecerão sempre, meu querido Poeta!

Beijos

Alex

RICARDO BLAUTH disse...

Alo Alessandra

Comentário recebido na hora certa. Obrigado.
É bom ser querido por quem tão bem conhece
As metáforas que os poemas encerram

bjs


RICARDOgaropabaBLAUTH