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terça-feira, 6 de julho de 2010

NÃO E NUNCA II


NÃO e NUNCA. Palavras poderosas e necessárias. Deveriam ser usadas cuidadosamente para evitar uso excessivo banalizando-as. Cada repetição dentro de uma conversa ou discussão diminui seu poder de impor limites tão importantes para a dignidade individual. Pronunciá-las sem ter certeza de ser o momento certo de fazê-lo também é vicio que muitos praticam sem se dar conta.

Limitadoras necessárias, quando usadas no momento certo, devemos estar preparados para explicar o motivo, se solicitado quando as usamos. Assim resguardaremos nossa autoridade e seremos respeitados sem traumas ou dificuldades.

O observador atento verá em qualquer lugar exemplos do uso banalizador em situações que uma situação diferente seria mais eficiente. Pais & filhos, professores & alunos, patrões & empregados, são exemplos corriqueiros que podem ser observados, constatando-se que uma abordagem diferente seria mais produtiva e eficaz.

Uma boa conversa conseguirá resultados mais animadores que intransigentes “nãos e nuncas”. Cercas deveriam servir apenas para finalidade especificas e NUNCA para separar pessoas. Mesmo porque se consegue conversar por cima delas.

RICARDO garopaba BLAUTH

quarta-feira, 3 de março de 2010

NÃO E NUNCA



NÃO E NUNCA

NÃO e NUNCA. Palavras poderosas e necessárias. Deveriam ser usadas cuidadosamente para evitar uso excessivo banalizando-as. Cada repetição dentro de uma conversa ou discussão diminui seu poder de impor limites tão importantes para a dignidade individual. Pronunciá-las sem ter certeza de ser o momento certo de fazê-lo também é vicio que muitos praticam sem se dar conta.

Limitadoras necessárias, quando usadas no momento certo, devemos estar preparados para explicar o motivo, se solicitado quando as usamos. Assim resguardaremos nossa autoridade e seremos respeitados sem traumas ou dificuldades.

O observador atento verá em qualquer lugar exemplos do uso banalizador em situações que uma situação diferente seria mais eficiente. Pais & filhos, professores & alunos, patrões & empregados, são exemplos corriqueiros que podem ser observados, constatando-se que uma abordagem diferente seria mais produtiva e eficaz.

Uma boa conversa conseguirá resultados mais animadores que intransigentes “nãos e nuncas”. Cercas deveriam servir apenas para finalidade especificas e NUNCA para separar pessoas. Mesmo porque se consegue conversar por cima delas.

RICARDO garopaba BLAUTH