Tinha menos de cinco anos, mas ao som do som tamborzinho de lata desfilava marchando garboso, sentindo a responsabilidade do momento cívico que Dona Marta do maternal lhe ensinara. Cada novo sete de setembro a memória lhe vem e sente rufar dentro do peito as emoções de sempre. O que aprendeu e curtiu enquanto aluno da professora inesquecível, retorna de tempos em tempos vivido em sua memória. O tamborzinho bate então forte e faz os olhos brilharem com lagrimas que teimam em sair.
RICARDO garopaba BLAUTH

