SIMBOLOS NACIONAIS
De quatro em quatro anos uma competição de esporte altamente profissional e voltada para resultados de poder, dinheiro, egos, mostra antes de cada jogo as bandeiras nacionais, símbolos de cada pais participante. As cores destes símbolos são exploradas para todos os fins, começando no uniforme dos atletas e levadas ao exagero nas fantasias dos torcedores ansiosos em aparecer nas fotos dos repórteres que chegam de todo o mundo. A cada nova edição do mundial de futebol, a “criatividade” dos negociantes que procuram aumentar seus lucros, desenvolve fantasias que extrapolam todos os limites. Símbolos nacionais hoje não são mais símbolos de ritos rígidos, mas objetos que são usados para promover e aparecer. Os tempos são distantes daqueles da nossa infância e a liberdade de hoje permite o que soam como excessos para ortodoxos. Acredito que a alegria que transparece nas pessoas que usam estes símbolos como a forma de extravasar seus prazeres e ansiedades de torcedores é inocente. Em nada pode prejudicar um país. Principalmente quando estes excessos acontecem nas circunstâncias da euforia coletiva de uma competição que a mídia mundial elevou a níveis antes inimagináveis. É uma reunião de desenhos geométricos e de cores primárias e secundárias extraordinária. Estes símbolos nacionais são uma forma de unificar, fortalecer e dignificar povos. Assim o acredito.
RICARDO garopaba BLAUTH

