
MINHAS MÃES
Cada vez que perguntam o nome da minha mãe respondo “ELITA BLAUTH”. Quem me faz a pergunta se mostra surpreso, pois nos documentos consta outro nome. Demoro um pouco para entender que querem saber o nome da minha mãe biológica que é Erica Henkel Blauth. Ela morreu quando eu tinha cerca de cerca de 9 anos. Pouco me lembro dela porque a partir do momento que comecei a registrar memórias ela estava quase sempre hospitalizada.
A única imagem que ficou gravada em minha memória é dela sorrindo, muito bonita, cabelos negros, lisos e curtos, sentada na cama com os braços estendidos em minha direção. A cena toda é congelada, sem movimento.
Felizmente o pai achou e casou novamente com quem eu chamo de mãe até hoje. Pai foi sábio pensando em mim e meu irmão mais novo, nos recebendo em casa na manhã seguinte a do casamento. Lembro do pai de pijama de seda e bonito chambre, abrindo a porta da frente da casa num dia bem cedo. Abaixou-se para nós e disse que agora tínhamos uma nova mãe. Lembro-me bem de estar correndo para a cozinha onde uma jovem mulher, linda com peignoir maravilhoso, qual fada nos recebeu sorrindo e de braços abertos. O abraço completou a magia da cena congelada. Voltei a ter mãe desde então. Aniversariou no dia onze de junho e mora em Campinas no mesmo e ótimo condomínio da minha irmã mais nova.
Todas as minhas boas lembranças de infância começaram ali naquele momento em que o abraço das minhas mães me completaram.
Obrigado mãe por todo amor que nunca nos negaste até hoje. Mais dois irmãos vieram se juntar a nossa família. Pai já partiu há muito, mas tu MÃE ELITA está ai para ser abraçada e me abraçar.
Sempre que penso nisso também me sinto bem, me sinto em casa.
RICARDO garopaba BLAUTH
Cada vez que perguntam o nome da minha mãe respondo “ELITA BLAUTH”. Quem me faz a pergunta se mostra surpreso, pois nos documentos consta outro nome. Demoro um pouco para entender que querem saber o nome da minha mãe biológica que é Erica Henkel Blauth. Ela morreu quando eu tinha cerca de cerca de 9 anos. Pouco me lembro dela porque a partir do momento que comecei a registrar memórias ela estava quase sempre hospitalizada.
A única imagem que ficou gravada em minha memória é dela sorrindo, muito bonita, cabelos negros, lisos e curtos, sentada na cama com os braços estendidos em minha direção. A cena toda é congelada, sem movimento.
Felizmente o pai achou e casou novamente com quem eu chamo de mãe até hoje. Pai foi sábio pensando em mim e meu irmão mais novo, nos recebendo em casa na manhã seguinte a do casamento. Lembro do pai de pijama de seda e bonito chambre, abrindo a porta da frente da casa num dia bem cedo. Abaixou-se para nós e disse que agora tínhamos uma nova mãe. Lembro-me bem de estar correndo para a cozinha onde uma jovem mulher, linda com peignoir maravilhoso, qual fada nos recebeu sorrindo e de braços abertos. O abraço completou a magia da cena congelada. Voltei a ter mãe desde então. Aniversariou no dia onze de junho e mora em Campinas no mesmo e ótimo condomínio da minha irmã mais nova.
Todas as minhas boas lembranças de infância começaram ali naquele momento em que o abraço das minhas mães me completaram.
Obrigado mãe por todo amor que nunca nos negaste até hoje. Mais dois irmãos vieram se juntar a nossa família. Pai já partiu há muito, mas tu MÃE ELITA está ai para ser abraçada e me abraçar.
Sempre que penso nisso também me sinto bem, me sinto em casa.
RICARDO garopaba BLAUTH
