Quem remexe em baús costuma encontrar surpresas. Foi o que aconteceu comigo reorganizando coisas. Olhe só o que já postei não me lembro quando e que acredito válido repensar..............
ENCRUZILHADA
Em algum momento, física ou metaforicamente, você chegará em alguma. Será uma intercepção, algo a ser atravessado, cruzado ou então algo à se juntar, se reunir. O dicionário se refere a estradas, ruas, caminhos, mas você pode pensar na palavra como algo sobre a sua vida. Por isso me refiro no início a uma metáfora.
Lembro das últimas cenas do filme “O Naufrago”, quando o personagem parado numa encruzilhada poderia ir na direção em que quisesse, depois que sua vida se modificou ao retornar a civilização. Constatou então que sua vida sua encontrava ela própria em uma encruzilhada. Nesta cena está indeciso. Acabara de entregar o pacote que preservara sem abrir, na porta da casa de uma artista com um bilhete, “isto salvou minha vida”. Pensava em que direção seguir. Cada um que viu o filme tem uma interpretação da decisão que tomou.
Tomar decisões. É o que você faz conscientemente ou não, cada vez em que chega a uma encruzilhada. Escolha feita é seguir em frente e arcar ou usufruir “as conseqüências”.
Bem vindas “encruzilhadas”. Elas nos oferecem o poder de escolhas. Elas nos fazem tomar decisões. Elas nos dão a oportunidade de errar e voltar tomando novas direções. Fazendo isto, errando e aprendendo, acharemos o nosso caminho. Basta ficar atento. Sem medo de errar, acabaremos chegando onde queremos ir.
RICARDO garopaba BLAUTH
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quinta-feira, 24 de março de 2011
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