UM SÁBADO NA PIACABA
O celular chama. É o Eduardo Varal de Idéias Lunardelli, lá da Piacaba onde mora em frente a barra da Ibiraquera. Faz um convite para, juntos com outros blogueiros por ele iniciados, irmos testar uma receita nova que Florinda sua cozinheira iria preparar. Conversando, informou-me que encontrara uma enorme galinha caipira e queria prepará-la no sábado. Como era grande lembrou de convidar seus pupilos para aprovação ou não do que estava pensando em fazer. Galinha caipira para os da cidade, é aquela uma que criada a vontade em redor das casas, fica velha , grande e dura. Carne saborosa mas que precisa de paciência para amaciar e então saborear o verdadeiro sabor de uma galinha com história no quintal onde vivia. Tem uma que contam que os galos de lá ......deixa pra lá que isto já é outra história.
Iriam também a Lilli - ceramista e produtora de vinho de autor “Domínio Vicari”, a Ro e Claudinha, todas da Praia do Rosa. Esta ultima entende de astrologia e fez uma explicação do único mapa astral que fiz, isto em ago de 2005. Estava no meu laptop que sempre carrego comigo.
Enquanto na cozinha a Florinda preparava a famosa galinha estávamos todos sentados a frente da lareira, com o tinto da Lizete sendo saboreado com as conversas. E haja conversas. Blogueiro tem muitas histórias para contar ainda mais o dono da casa, que é Latifundiário Digital, pois tem mais de cinco dezenas de blogs, sendo o último, recém lançado uma oportunidade para aqueles que querem de tempos em tempos postar algo e não tem ....ia disser “saco”, mas em deferência aos leitores escrevo.....paciência para manter um blog. É o Sociedade Anônima e vale conferir...... www.domingoamigo.blogspot.com é o endereço para acessá-lo.
Esqueci de explicar que lareira é algo muito útil aqui no sul. É um local para botar fogo dentro de casa sem risco de incendiá-la. Sentar então em volta, com um vinho tinto, mais a presença de amigos blogueiros, aguardando a galinha famosa é um prêmio acima de qualquer expectativa.
De repente a Florinda chama à mesa. Quer servir a salada, farta e colorida. Após, pratos trocados chega a famosa. Qual uma múmia branca de grossa crosta de sal coberta.
Fotos são tiradas do Latifundiário, quero disser Eduardo quebrando a crosta branca, revelando assim a nudez saborosa da famosa que ia ser comida. Cada um o seu pedaço.
Perguntem, por favor perguntem. Não se constranjam em querer saber se estava saborosa. Confessarei então que fazia tempo que não comia uma tão boa.
Espero que Eduardo encontre mais novas receitas para testar. Adoro ser uma das vitimas para estes tipos de teste, pois adoro comer, tomar vinho e conversar. Tudo isto claro, em boa companhia.
RICARDO garopaba BLAUTH

