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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

ELVAS – PORTUGAL



Ainda lastimando a morte desnecessária de Rolando Palma vitima da estupidez humana, fui procurar saber um pouco mais sobre a cidade onde morava em Portugal. Elvas. Já estivemos duas vezes em Europa e nenhuma ainda em Portugal.

As surpresa começaram ao pesquisar imagens no Google. Em numero de habitantes bastante parecido com Garopaba com cerca de 20.000, por ai. Outra que fica longe do mar, mas ao lado da Espanha, menos de oito km.

Olhando nas imagens do Google ve-se uma foto antiga mostrando a cidade toda cercada de fortificações. Elvas foi a mais importante praça-forte da fronteira portuguesa, a cidade mais fortificada da Europa, tendo sido por isso cognominada "Rainha da Fronteira”.

Morar em cidade como Elvas- “Rainha da Fronteira” e Garopaba- “Banhada por Dez Praias” é privilégio que nem sempre os que o usufruem sabem valorizar. Pelo mundo a fora existem pequenas e super pequenas comunidades, mas a tendência do mundo parece andar em sentido oposto. Deixando que pequenas comunidades cresçam além da sua capacidade de viver na simplicidade e nada fazendo ou talves até estimulando que mais se aglomerem em megalópolis monumentais.

Vale a pena pensar no assunto.



RICARDO garopaba BLAUTH

8 comentários:

Dona Sra. Urtigão disse...

Durante séculos praticou-se o " crescei e multiplicai-vos" e usai da natureza como lhes convier e ...deu nisso, plantou-se o apocalipse. Mesmo nos primórdios dessa discussão contemporânea sobre ecologia, falar-se em "planejamento familiar" era visto como ideològicamente incorreto, mesmo que ainda não se usasse os conceitos de "polí ticamente correto". Punham numa salada o planejamento familiar informado e consentido ( e solicitado) com o controle da natalidade, autoritário, imposto em algumas nações e assim chegou-se a esse ponto, da insustentabilidade planetária ( Em 2010 os recursos necessários produzidos para o planeta por ano esgotou-se em outubro, me parece, um tal débito que se calcula hoje em dia. Gente demais vai morar onde ? Inchar megalópolis, ocupar e transtornar paraísos. Mas ao que sei, em Portugal, a preocupação é manter ocupados esses paraísos, as Vilas, existem vários movimentos nesse sentido, de voltar para as vilas do interior as massas que estão nas cidades. mas aí falta emprego, renda. Não é como aqui, biscate, birosca, empreendedorismo... hshshshs
Abraço

ricardo garopaba blauth disse...

alo Sra Dna Urtigão

obrigado pela visita e comentário. Concordo com tudo

Eduardo P.L disse...

Obrigado Ricardo por ter participado da COLETIVA! Tinha passado aqui no dia 9 e não vi o post!

ricardoGAROPABAblauth disse...

Alo Eduardo

Participei da coletiva e este foi um segundo texto
abrs

Gelson Da Costa disse...

Bem, vamos por partes como já dizia Jack, de Londres ( para quem não lembra, tb conhecido como o estripador).Urge políticas públicas de planejamento familiar.Explícitas, intensivas, principlamente nas classes baixas, onde , ainda, a natalidade é muito alta.Recentemente o Papa já admitiu o uso da camisinha.Meno male (hehehe), ainda que com muito atraso.A igreja católica, e desde já esclareço para que não me entendam mal- escreve um católico, criado, educado, coroinha, ainda no tempo das missas em latim _(introibo do altare ed dei, etc, lembro ainda, como se constata),na igreja catolica romana. Portanto, insuspeito até prova em contrário.No meu entender, na melhor das hipóteses, a igeja católica tendo essa postura dissimulada, ou omissa, ou pusilânime no que se refere ao controle da natalidade, faz, no fundo, o jôgo do poder hegemônico(econômico). Ou seja, não há crescimento econômico que suporte altas taxas demográficas.Para cada posto de trabalho há cinquenta candidatos, v.g. . A pobreza nessas condições tende, sempre, a aumentar.E, como se sabe, a pobreza gera dividendos, nos seus mais diversos enfoques.Mais ainda como massa de manobra. Tenho batido nesse assunto junto a alguns clérigos.Parece que está havendo um tênue mudança de pensamento.Todavia, ainda muito lentas. Façamos a nossa parte.

ricardoGAROPABAblauth disse...

Alo GELSON

Digo AMÉM ao seu posicionamento

Abrs

Ricardo GAROPABA Blauth

O meu pensamento viaja disse...

O seu comentário sobre Portugal é absolutamente verdadeiro.
Primeiro verificou-se o êxodo do interior para o litoral, onde se situam as maiores cidades, as maiores oportunidades.
Depois, veio o decréscimo demográfico , porque ter filhos era muito caro.
A seguir chegou o desemprego.
Atualmente assiste-se ao início de uma tendência de regresso às origens, onde, forçosamente se sobrevirá com uma economia de subsistência, ligada à agricultura e pastorícia, ambas abandonadas por não lucrativas e agora, para muitos, a única possibilidade de sobreviver.
Triste, é que tudo isto poderia ter sido evitado.
Dizem os pessimistas que o pior ainda está para vir.
Beijo

ricardoGAROPABAblauth disse...

Alo "O MEU PENSAMENTO VIAJA"

Obrigado pelas complementações ao texto....

VOLTE SEMPRE