MEU JEITO
Por vezes paraliso aparentemente por nada.
Sei, entretanto que nadas são apenas pedras atravancando caminhos a seguir.
Sei construir castelos com elas, mas meu jeito de agir é mais das vezes “assustador” para os que em volta estão.
Lembrei agora de uma canção que Frank Sinatra tornou famosa. “My Way” ( “meu jeito” em tradução livre).
Ser aceito como se é, principalmente se, como é “...meu jeito” de gostar de interagir, fazem toda a diferença em concretizar o que se planeja.
Nos septuagenários anos já por mim vividos aprendi que é melhor, mais das vezes, deixar passar o “tumulto travador” e com calma adiante voltar a ser como sou.
Aprendi também que ninguém tem defeitos ou virtudes. Têm isto sim, características totalmente individuais. Cada um tem as suas, totalmente diferentes e individuais, como são as nossas digitais.
Conhecer as minhas fez com que cada vez mais eu procure potencializar as que me são prazerosas e fazem bem ao “meu jeito”.
É fácil agir assim? Nem sempre sou entendido.
Então uso as “forças” pelas quais tanto oro para aceitar o que não posso mudar e silencio, reunindo “coragem” para fazer os possíveis.
A “sabedoria” que finaliza a oração super conhecida, vai em mim crescendo a cada momento novo e então mais tranqüilo sigo em frente do “meu jeito”.
Ricardo garopaba Blauth
Por vezes paraliso aparentemente por nada.
Sei, entretanto que nadas são apenas pedras atravancando caminhos a seguir.
Sei construir castelos com elas, mas meu jeito de agir é mais das vezes “assustador” para os que em volta estão.
Lembrei agora de uma canção que Frank Sinatra tornou famosa. “My Way” ( “meu jeito” em tradução livre).
Ser aceito como se é, principalmente se, como é “...meu jeito” de gostar de interagir, fazem toda a diferença em concretizar o que se planeja.
Nos septuagenários anos já por mim vividos aprendi que é melhor, mais das vezes, deixar passar o “tumulto travador” e com calma adiante voltar a ser como sou.
Aprendi também que ninguém tem defeitos ou virtudes. Têm isto sim, características totalmente individuais. Cada um tem as suas, totalmente diferentes e individuais, como são as nossas digitais.
Conhecer as minhas fez com que cada vez mais eu procure potencializar as que me são prazerosas e fazem bem ao “meu jeito”.
É fácil agir assim? Nem sempre sou entendido.
Então uso as “forças” pelas quais tanto oro para aceitar o que não posso mudar e silencio, reunindo “coragem” para fazer os possíveis.
A “sabedoria” que finaliza a oração super conhecida, vai em mim crescendo a cada momento novo e então mais tranqüilo sigo em frente do “meu jeito”.
Ricardo garopaba Blauth
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